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As reacções ao discurso sobre o estado da União


A redação de Bruxelas

As reacções ao discurso sobre o estado da União

Nos corredores do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, as reacções ao discurso sobre o estado da União foram distintas.

Critico, o socialista Martin Schulz aproveitou o facto de terem existido várias manifestações em França sobre a reforma das aposentações para explicar o que está acontecer. “Existe dinheiro suficiente. Mas cada vez mais, o dinheiro fica num número reduzido de indivíduos e muitas pessoas têm cada vez menos dinheiro. E é isso que empurra as pessoas para estas manifestações, este desequilíbrio, esta injustiça”, disse.

O liberal Guy Verhofstadt, ficou agradado com as palavras de Durão Barroso, mas não totalmente.

“Acho que o presidente Barroso avançou com um programa ambicioso para o próximo ano, mas, para mim, faltou dar uma esperança aos cidadãos europeus”, referiu.

Entre os eurodeputados portugueses a reacção variou entre o apoio fervoroso do social-democrata Paulo Rangel e as críticas contundentes da comunista Ilda Figueiredo.

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