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Claude Chabrol desaparece e deixa um legado imenso

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Claude Chabrol desaparece e deixa um legado imenso

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O realizador francês Claude Chabrol faleceu a 12 de Setembro, em Paris. Como herança deixa aos cinéfilos e cineastas de todo o mundo um legado imenso.

Com uma carreira prolífica alicerçada em mais de 70 filmes, Chabrol é autor de uma filmografia que é o reflexo de uma certa França, com os seus pequenos burgueses e os seus trejeitos que ele criticava ferozmente.

Filme após filme, o realizador fez-se rodear de actores e actrizes que se tornaram fetiches indissociáveis da sua obra. Houve Stéphane Audran, com quem casou, mas também, por exemplo, Isabelle Huppert, que descobriu em 1978 com o filme “Violette Nozière”.

Claude Chabrol foi um pioneiro da Nouvelle Vague francesa, um realizador incansável, bulímico, apaixonado pela vida e seus prazeres, mas também pelos seus actores, geração após geração.

O seu último filme, “Bellamy”, foi lançado em 2009 no Festival de Cinema de Berlim.