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Suécia mergulhada na incerteza

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Suécia mergulhada na incerteza

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A coligação de centro-direita que lidera a Suécia convidou os verdes para formar Governo.

A aliança conservadora do primeiro-ministro quer um executivo estável, mas recusa colaborar com a extrema-direita que nas legislativas deste domingo conseguiu chegar ao Parlamento pela primeira vez desde o início dos anos 90.

Um sueco lamenta o avanço da extrema-direita e considera que a estabilidade no Parlamento passa por uma coligação entre os social-democratas e os moderados.

Uma mulher critica o discurso xenófobo dos democratas da Suécia e acredita que os imigrantes no país vão ver a vida dificultada.

A coligação governamental liderada pelos Moderados de Fredrik Reinfeldt elegeu 172 deputados, mais 15 que a coligação social-democratas e ecologistas. A grande surpresa: a extrema direita que conquistou 20 assentos parlamentares.

Cerca de sete milhões de eleitores atribuíram um segundo mandato à coligação de quatro partidos que lidera a Suécia desde 2006, mas sem carta-branca.

O país com o menor défice da União Europeia fixado em um por cento deu ao DS de extrema-direita representação parlamentar com cerca de 6% dos votos.

O líder do partido já garantiu que não pretende causar problemas.

Divulgados os resultados, a líder da oposição, de esquerda, reconheceu a derrota nas eleições e prometeu continuar a luta contra a xenofobia e contra a extrema-direita.