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EUA: Salmão transgénico precisa de mais estudos

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EUA: Salmão transgénico precisa de mais estudos

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O salmão que cresce duas vezes mais depressa deve ser submetido a mais estudos antes de chegar ao prato dos norte-americanos.

Esta é a recomendação de um conjunto de peritos independentes para o salmão transgénico desenvolvido pela AquaBounty no Massachussets.

O presidente da empresa mostra esperança de que “as pessoas percebam que se trata de um peixe bastante investigado, um alimento seguro e com grandes benefícios, tanto do ponto de vista da saúde humana como da protecção ambiental”.

A Food and Drug Administration – a autoridade que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos – está a estudar a possível comercialização deste peixe geneticamente modificado.

A directora da organização Food and Water Watch considera que “a FDA não pode garantir que não há perigo baseada em quatro estudos, três dos quais conduzidos pela indústria”.

Os peritos internos da FDA tinham concluído no início do mês que o salmão transgénico da AquaBounty não representava perigo para a saúde pública e para o ambiente.

Uma consumidora diz que “a maioria das pessoas tem receio por não conhecer os detalhes” mas, “com mais informação”, pode mudar de opinião.

Nos Estados Unidos, as regras de etiquetagem não permitem indicar se um produto é ou não geneticamente modificado. Uma coligação de organizações de defesa dos consumidores promete lutar contra a chegada deste salmão ao mercado.