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EUA: o silêncio dos militares homossexuais

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EUA: o silêncio dos militares homossexuais

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Assumir a homossexualidade nas fileiras militares norte-americanas vai continuar a ser proibido.

Os republicanos travaram no Senado as aspirações dos democratas e da comunidade gay com vista a revogar a chamada lei do silêncio.

Em termos práticos, os homossexuais podem servir o país desde que escondam a orientação sexual.

“É uma séria discriminação. É como pegar num cidadão do país e tratá-lo um cidadão de segunda. Por outras palavras é dizer: podes morrer em combate mas não morras homossexual ou não regresses com essa orientação sexual porque se o fizeres vais ser despedido.” refere o veterano John Forrett.

“É uma política mesquinha porque não perguntamos aos heterossexuais o que fazem entre quatro paredes com o marido ou com a mulher. Por isso, como se atrevem eles a perguntar-me o que eu faço? Para mim o importante é que me julguem pelo meu desempenho, pelo meu trabalho como militar ou soldado” afirma uma militar homossexual.

Uma situação que Barack Obama se comprometeu a alterar durante a campanha eleitoral em 2008 e que se adivinha mais difícil com as eleições intercalares de Novembro, altura a partir da qual os republicanos poderão assumir o controlo do Congresso.