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Ministros tardam em chegar a acordo sobre imposto aos bancos

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Ministros tardam em chegar a acordo sobre imposto aos bancos

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Os ministros das Finanças da União Europeia continuam sem chegar a acordo sobre a aplicação de novos impostos aos bancos.

O Ecofin teve esta sexta-feira uma reunião para discutir as medidas a aplicar para evitar uma nova crise financeira como a que rebentou há três anos.

Para já, os Vinte e Sete concordam com a criação de um fundo de salvamento dos bancos, financiado pelas maiores instituições bancárias do bloco, e decidiram a criação de três organismos de supervisão.

“Existe a vontade de criar mais transparência e que haja mais responsabilidade também por parte das agências de notação. Queremos mais transparência, mais resopnsabilidade e um melhor funcionamento das agências de notação, no futuro”, disse Didier Reynders, ministro belga das Finanças e presidente em exercício do Conselho de Ministros.

O papel das agências de notação está a preocupar cada vez mais não só os governos, como também a opinião pública.

Três agências sediadas em Nova Iorque, a Moody’s, a Fitch e a Standard and Poors, têm uma influência grande na economia dos países, ao avaliarem a dívida soberana, segundo uma tabela pré-definida. Os governos da União Europeia querem exercer um maior controlo sobre estas decisões, mas não há acordo. Para já, a Polónia está contra uma intervenção neste campo.