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UE/China: guerra das divisas

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UE/China: guerra das divisas

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A Europa acentua a pressão sobre a China para que deixe a moeda valorizar.

Em véspera de cimeira da União Europeia com a China, a troika económica europeia reiterou o pedido ao primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, no sentido de permitir uma maior flexibilização da taxa de câmbio do yuan.

Desde Junho, o euro valorizou mais de 9 por cento em relação à moeda chinesa, o que é um travão às exportações da Zona Euro. A intransigência de Pequim pode mesmo desencadear uma “guerra de divisas.”

Jean -Claude Juncker fala pelos europeus:
“Pensamos, realmente, que o restabelecimento europeu é do interesse da China. Inquietamo-nos quanto aos rumores recentes sobre a possível guerra das divisas. Será tão destrutiva como qualquer outra forma de proteccionismo comercial”.

O confronto diplomático dos europeus com os chineses, que têm um excedente comercial com a UE que aumentou 9 por cento no primeiro semestre, foi o tema dominante da 8/a cimeira entre a União Europeia e a Ásia, ASEM.

Os 46 países presentes limitaram-se a umas declarações gerais. Mas demonstraram todos a vontade de cooperar para sair da crise económica.