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Coordenador europeu da luta antiterrorismo diz que ameaça é real

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Coordenador europeu da luta antiterrorismo diz que ameaça é real

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A União Europeia considera que a ameaça terrorista é real.

Em França, as autoridades pediram às pessoas que viajam para a Grã-Bretanha para serem vigilantes.

Em Paris, na estação de TGV, uma viajante diz que vai estar mais atenta:

“Não sei se vou tomar medidas especiais mas vou olhar um pouco mais à minha volta e… cruzar os dedos”.

Estados Unidos, Japão, Austrália, França, Grã Bretanha e Estocolmo lançaram alertas para o risco de atentados na Europa.

Na Alemanha, as autoridades, recusam-se a ceder à pressão e dizem que não há indícios concretos.

Uma posição que contrasta com a teoria do coordenador europeu da luta antiterrorismo:

“Sabemos que a al Qaida mantém a intenção de cometer atentados de grandes dimensões… e diria, como disseram e bem os media, que os riscos aumentam porque a pressão no seio da al Qaida é cada vez maior devido aos ataques no Afeganistão e no Paquistão”, disse Gilles de Kerchove.

Segundo o mesmo responsável, os ataques podem ser cometidos por cidadãos europeus.

Os serviços secretos paquistaneses revelaram que um britânico morto num raide aéreo no Paquistão, Abduk Jabbar, tinha ligações com o autor do atentado falhado em Times Square e tinha ajuda a criar uma célula talibã na Grã-Bretanha.