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Greve continua em França e asfixia sector energético


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Greve continua em França e asfixia sector energético

A luta contra a reforma no sistema de pensões em França continua e são cada vez mais os sectores afectados pela revolta popular. 11 refinarias do país aderiram em força ao movimento reivindicativo, apoiadas pelos terminais petrolíferos nos portos.

A pouco e pouco, a ameaça de uma penúria de combustível começa a tornar-se realidade. O receio de ficar a seco provocou uma corrida desenfreada dos automobilistas aos postos de abastecimento.

Muitos tentam atestar o depósito, mas a custo. O número de estações de serviço com uma ruptura total, ou de apenas um produto já oscila entre as 500 e as mil.

Uma situação agravada pelo protesto dos camionistas que se juntaram à greve. Em Lille, Paris e Lyon fizeram marchas lentas pelas estradas.

No sul de França, as ruas de Marselha continuam cobertas de detritos, devido à greve dos trabalhadores que fazem a recolha do lixo.

A população teme que o cenário se mantenha, pelo menos até à votação da reforma no Senado, que deve acontecer, mais tardar, esta quinta-feira.

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