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O lado negro da guerra no Iraque

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O lado negro da guerra no Iraque

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Os documentos secretos norte-americanos divulgados pelo site WikiLeaks não trazem nada de novo. Foi desta forma que o ministério dos Direitos Humanos iraquiano reagiu à divulgação de informações confidenciais sobre a guerra no Iraque.

Os documentos testemunham o silêncio das tropas norte-americanas perante as atrocidades cometidas pelos iraquianos.

O fundador do site afirma que a publicação dos documentos visa repor a verdade antes e durante a guerra e alertar para os abusos que continuaram a ser cometidos depois da guerra ter, oficialmente, terminado.

Revelações, que os responsáveis do WikiLeaks classificam como crimes de guerra e que terão provocado a morte a mais de 100.000 pessoas, a maioria civis.

Um iraquiano considera que os documentos não são uma novidade porque as pessoas, refere, presenciaram muitas dessas situações antes e depois da guerra no Iraque.

Os documentos – 400 mil no total – cobrem um período que vai desde a invasão do Iraque, em 2003, até Janeiro de 2010.

A secretária de Estado norte-americana já condenou a nova fuga de informação.