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Haiti: epidemia de cólera ameaça sobreviventes do terramoto

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Haiti: epidemia de cólera ameaça sobreviventes do terramoto

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A cólera já matou 250 pessoas no Haiti e, segundo as autoridades, já chegou a Port-au-Prince, a capital do país.

O Gabinete de Coordenação das Acções Humanitárias da ONU confirma cinco casos da doença na capital, mas esclarece que as pessoas afectadas eram provenientes de outras regiões do país.

A região mais atingida é a de Artibonite, onde o rio com o mesmo nome é considerado o foco da epidemia.

Os membros da Cruz Vermelha Internacional no terreno não têm mãos a medir: “Temos antibióticos para tratar 3600 pessoas, tendas, colchões, plásticos, tudo para ajudar as pessoas das regiões afectadas”, explica Sophie Chavanel.

Os Médicos Sem Fronteiras espanhóis prometeram a intalação de um hospital de campanha em Port-au-Prince e a Oxfam vai criar um plano de alimentação em água potável, cuidados de higiene e casas de banho para cem mil pessoas.

A maioria da população do Haïti vive em condições precárias desde o sismo de há dez meses e o país tem vindo a ser atingido por fortes chuvas.

A cólera é uma doença altamente contagiosa, causada por uma bactéria, que provoca diarreias agudas. Sem tramento imediato e e hidratação pode ser fatal em poucas horas.