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Oposição e media na mira do governo egípcio


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Oposição e media na mira do governo egípcio

O governo egípcio está a aumentar a pressão sobre os media e sobre o maior grupo de oposição, a Irmandade Muçulmana, a cerca de um mês das eleições legislativas.

Esta terça-feira, 70 membros deste grupo político e religioso foram detidos enquanto colavam cartazes para a campanha de uma candidata em várias circunscrições eleitorais de Alexandria.

Eleva-se já a 260 o número de membros da Irmandade Muçulmana detidos nos últimos dez dias.

Nas últimas semanas foram canceladas dezenas de licenças de transmissão de estações de televisão, mudadas as regras de acesso ao satélite para as reportagens e exigido aos media um registo prévio para poderem usar o serviço de sms dos telemóveis.

“A liberdade de expressão e opinião tornou-se no último capítulo do debate entre a oposição e as organizações da sociedade cívil e o governo. O tom está a subir com a aproximação da data das eleições o que levanta a questão sobre o futuro da margem democrática que o Egipto experimentou nos últimos anos”.

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