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EUA: "sprint" final de Obama para convencer eleitores

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EUA: "sprint" final de Obama para convencer eleitores

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Face ao alerta terrorista, a quatro dias das eleições intercalares nos Estados Unidos, Barack Obama mostrou aos americanos que está determinado em protegê-los.

Mas a campanha foi até agora dominada pela economia, num país com cerca de 14 milhões de desempregados. Para evitar a derrota dos democratas, Obama usa a carta de uma tímida retoma económica.

Em Charlottesville, na Virginia – onde foi apoiar Tom Periello para a Câmara dos Representantes – o presidente defendeu que “graças aos últimos 20 meses, já não se enfrenta a possibilidade de uma segunda Grande Depressão”.

Obama garantiu que a economia está a crescer, com um aumento significativo de empregos no sector privado. Mas sublinhou que “há um longo caminho a percorrer e muito trabalho pela frente”.

Os Estados Unidos registaram um crescimento económico de 2% no terceiro trimestre deste ano, contra 1,7% entre Abril e Junho, mas abaixo dos 3,7% do primeiro trimestre.

O consumo das famílias norte-americanas registou também uma subida de 2,6%, a maior desde o início da crise.

Números com pouco valor para grande parte dos eleitores que prometem penalizar os democratas. As sondagens apontam para a reconquista da Câmara dos Representantes pelos Republicanos, mas a corrida ao Senado está em aberto.