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Revolta no funeral das vítimas do massacre de Bagdad

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Revolta no funeral das vítimas do massacre de Bagdad

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As vítimas do massacre de ontem, em Bagdad, foram  a enterrar, por entre sentimentos de dor e revolta dos familiares.
  
Foram vítimas, primeiro, do sequestro de um grupo terrorista próximo da Al Qaeda. Depois, da brutalidade do assalto do exército.
 
No final, 52 mortos, entre os católicos que assistiam à missa e os polícias que faziam a segurança do templo.
 
A intervenção do exército acabou em tragédia. E as responsabilidades são atribuídas aos Estados Unidos, pelo familiar de uma das vítimas:
  
“Eu responsabilizo o governo. Este é o governo que temos aqui, este que a América trouxe e instalou. Obrigado Bush, obrigado Obama, obrigado Améria, obrigrado USA ………”
 
O estado-maior das forças americanas no Iraque já negou a participação do seu pessoal.
 
O coronel Barry Johnson diz que, quando os americanos chegaram, já as forças especiais iraquianas estavam no interior do templo.
 
Além dos 52 fieis e polícias, há ainda um número desconhecido de mortos, entre os sequestradores.
 
Segundo testemunhas, logo que entraram na Igreja, os terroristas mataram o sacerdote, com tiros disparados à queima-roupa. Depois, anunciaram aos 120 presentes que estavam reféns.
 
O atentado já foi revindicado pelo Estado Islâmico do Iraque. E a reinvidicação veio acompanhado de nova ameaça. O grupo promete agora atacar os católicos do Egipto.