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Campanha mais cara de sempre para as intercalares dos EUA


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Campanha mais cara de sempre para as intercalares dos EUA

Foi a campanha mais cara de sempre para umas eleições intercalares nos Estados Unidos. O ‘think tank’ Center for Responsive Politics estima que tenham sido gastos 4 mil milhões de dólares na campanha para os cargos federais, contra 2,85 mil milhões de dólares nas eleições intermédias anteriores.

Quatro mil milhões de dólares é o equivalente ao que as Nações Unidas gastam num ano a combater a SIDA, tuberculose e malária em todo o mundo.

Esta campanha foi mesmo mais cara do que a das presidenciais de 2000.

Os Estados do Connecticut, Califórnia, Nevada e Flórida foram aqueles onde mais dinheiro foi gasto na corrida para o Senado.

As firmas de advogados foram as que mais contribuíram para a campanha, apoiando sobretudo os democratas.

As contribuições das empresas de investimento e dos profissionais da saúde repartiram-se entre republicanos e democratas.

As empresas de entretenimento privilegiaram os democratas, enquanto as companhias petrolíferas e de gás financiaram mais os republicanos.

Os analistas atribuem os gastos recordes ao grande número de eleições renhidas, mas também ao facto de o Supremo Tribunal ter autorizado, este ano, contribuições ilimitadas de entidades terceiras apartidárias, como corporações ou sindicatos.

Uma decisão criticada pelo presidente norte-americano. Barack Obama considera que, assim, as empresas podem gastar quantidades ilimitadas de dinheiro para influenciar eleições e, por conseguinte, o processo de tomada de decisão dos governos.

As corporações dos EUA tendem, geralmente, a apoiar os candidatos republicanos.

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