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Observadores da UE não acusam queixas de fraude na Costa do Marfim

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Observadores da UE não acusam queixas de fraude na Costa do Marfim

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Eleições presidenciais na Costa do Marfim rodeadas de polémica. Após uma primeira volta que deu vitória ao presidente cessante Laurent Gbagbo e ao antigo primeiro-ministro Alassane Quattara para um segundo turno, é o terceiro candidato que sobe o tom.

Líder do Partido Democrático PDCI, o ex-presidente Hemri Konan clama irregularidades e exige a recontagem dos voto.

Observadores da União Europeia manifestaram preocupação em relação à contagem de votos após as autoridades terem impedido o acesso a vários centros eleitorais.

O chefe da missão de observadores criticou este comportamento bem como o atraso na divulgação de resultados parciais.

A UE não teve indicações de fraudes nas eleições e que o processo tem decorrido de forma pacífica.

Independente da França há 50 anos, a Costa do Marfim é o maior produtor de cacau do mundo mas o último decénio ficou marcado por uma crise politico-militar que estas eleições procuram agora resolver.