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Birmânia tem eleições contestadas

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Birmânia tem eleições contestadas

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A Birmânia ou Myanmar – dois nomes para o mesmo país – tem este domingo eleições gerais, tuteladas pela mais antiga ditadura militar.

A comunidade internacional já considerou estas eleições como farsa, uma tentativa para aliviar a pressão diplomática.

Estão inscritos 28 milhões de eleitores, mas já se sabe que muitos não poderão votar.

Nos países vizinhos vivem mais 600 mil refugiados que não votarão

Também em cerca de 3500 aldeias situadas nas zonas tribais os eleitores não poderão votar. Os militares cancelaram o escrutínio, alegando falta de segurança.

Ausente está a líder da oposição e Prémio Nobel da Paz. O seu partido está ilegalizado e impedido de apresentar candidaturas.

Suu Kyi vive em prisão domiciliária há 15 anos, por exigir reformas democráticas.

Favoritos para estas eleições são os dois pilares do regime: O Partido do Desenvolvimento e Solidariedade e o Partido da Unidade Nacional.