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Comemoração do Armistício de 1918 serve também para lembrar Afeganistão e resistência

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Comemoração do Armistício de 1918 serve também para lembrar Afeganistão e resistência

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Os sinos soaram em Londres para comemorar o armistício de 1918.

Em França, o presidente decidiu misturar as comemorações e prestou homenagem aos mil jovens detidos pelos ocupantes nazis em 1940 por comemorarem o armistício.

Nicolas Sarkozy lembrou também os muçulmanos que perderam a vida durante a Primeira Guerra Mundial, ao lado da França.

Washington aproveitou a ocasião para homenagear os soldados no Afeganistão, com a presença em Cabul do senador e veterano da guerra do Vietname John McCain.

Na Austrália, a estratégia foi idêntica.

Numa cerimónia, no memorial nacional da guerra em Camberra, as autoridades homenagearam as vítimas da Primeira Guerra Mundial e os soldados mortos no Afeganistão.