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G20: Cada um por si face à "guerra cambial"?

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G20: Cada um por si face à "guerra cambial"?

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Os líderes dos vinte países mais ricos do mundo reúnem-se hoje em Seul para encontrar uma saída para a crise.

O diálogo é ensombrado pela guerra cambial. Os europeus criticam a China e os Estados Unidos por desvalorizarem a moeda e adoptarem políticas protecionistas.

Em conferência de imprensa, Durão Barroso considerou que “as taxas de câmbio devem ser determinadas pelo mercado e reflectir os princípios fundamentais da economia”.

Para o Presidente da Comissão Europeia, os países “não devem desvalorizar as moedas em busca de ganhos de competitividade nem tentar crescer à custa dos outros porque isso vai conduzir a uma corrida para o fundo”.

Os Estados Unidos são criticados por terem injectado mais seiscentos mil milhões de dólares na economia. Alguns países temem que esse dinheiro provoque um afluxo de fundos especulativos. O Brasil tomou medidas para limitar os movimentos de capital, como acontece na China.

Pequim está na mira das críticas por impedir a valorização do yuan. As autoridades chinesas prometem ser mais flexíveis no que toca às taxas de câmbio mas são contra uma revalorização rápida da moeda devido ao peso das exportações na economia.