Última hora

Última hora

G20: Acordo mas pouco

Em leitura:

G20: Acordo mas pouco

Tamanho do texto Aa Aa

Os líderes do G20, reunidos em Seul, estão perto de chegar a um acordo…

Contudo as medidas não irão além de um conjunto de orientações indicativas para medir os desequilíbrios globais. As profundas diferenças de como combater a crise económica mundial inviabilizaram um pacto mais ambicioso que aquele a que os ministros das finanças chegaram em Outubro.

Houve esperanças de que o G20, que inclui economias ricas, como os Estados Unidos e a Alemanha, e gigantes emergentes, como a China ou o Brasil, pudesse ser um fórum que criasse uma recuperação económica duradoura.

Para Alan Alexandroff, da Universidade de Toronto, o acordo era difícil pois “eles certamente tinham visões e interesses nacionais diversos.
Há países com superavit, e países deficitários, países em rápido crescimento, especialmente Índia, China, Brasil e países com crescimento lento, como Europa e Estados Unidos. Isso cria diferenças na forma de lidar com o crescimento das suas economias daqui em diante.”

Os países mais desenvolvidos, crescem mais devagar e por isso colocaram as taxas de juro a níveis demasiados baixos, o que está a colocar em causa a recuperação das economias emergentes.

“Então, quais são as hipóteses de os líderes mundiais chegarem ao final do dia de hoje com um comunicado que contenha um progresso tangível e de real substância.
Alguns diplomatas são mais optimistas do que outros. Outros dizem que apenas um dia de palestras simplesmente não é o suficiente para resolver todos os problemas complexos e com tantos líderes mundiais com diferentes prioridades. “