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Aung San Su Kyi quer discutir fim das sanções internacionais contra a Birmânia


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Aung San Su Kyi quer discutir fim das sanções internacionais contra a Birmânia

“A Democracia ainda é possível na Birmânia”, foi com estas palavras que a líder da oposição Aung San Su Kyi saudou os milhares de apoiantes reunidos esta manhã na sede do seu partido, a Liga Nacional para a Democracia, em Rangoun.
 
Vinte e quatro horas após a sua libertação, Suu Kyi, afirmou não guardar qualquer rancor da Junta Militar”, depois de ter vivido em prisão domiciliária durante mais de década e meia.
 
Afirmou estar, “disposta a trabalhar com todas as forças democráticas do país” e apelou ao povo, “a não perder a esperança e a reclamar uma verdadeira democracia que reconheça direitos fundamentais, como a liberdade de expressão”.
 
Suu Kyi terminou aquele que é o primeiro discurso público em sete anos, lembrando que, “não são as palavras de apenas uma mulher que podem fazer avançar o país, mas a vontade colectiva”.
 
Ainda não se sabe se a Prémio Nobel da Paz terá alguma restrição de movimentos.
 
A popularidade de Suu Kyi é vista como uma ameaça à junta militar, no poder há mais de cinquenta anos e que realizou na semana passada as primeiras eleições do país em várias décadas, marcadas pela ausência dos candidatos da oposição.
 
Numa conferência de imprensa, Suu Kyi afirmou que pretende discutir com a comunidade internacional o fim das sanções contra o país.

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