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Gripe aviária mobiliza autoridades de Hong Kong

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Gripe aviária mobiliza autoridades de Hong Kong

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As autoridades sanitárias de Hong Kong garantem que não há risco para alarme mas não facilitam. Depois de uma mulher ter morrido com gripe aviária após ter estado na China continental, o governo enviou equipas de inspeção para recolher amostras em lojas de aves para posterior análise.

O ministro da Saúde de Hong Kong explica.

“De uma forma geral achamos que o risco de contágio de influenza aviária não é significativamente maior do que antes. Mas uma vez que detetamos um caso precisamos de ser muito cuidadosos porque podemos estar perante um foco de infeção.”

A vitima, uma mulher de 59 anos, consumiu galinha mas não esteve em contacto com aves vivas. O marido também foi contagiado mas recuperou.

Agora, todo o cuidado é pouco.

“Não compro galinhas chinesas, compro sempre galinhas de Hong Kong e quando as preparo limpo e cozinho muito bem.”

A Organização Mundial de Saúde contabilizou mais de 500 casos e 302 fatalidades desde 2003.