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Lisboa à procura de uma nova estratégia para a NATO

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Lisboa à procura de uma nova estratégia para a NATO

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Segurança apertada na véspera da cimeira da Nato em Lisboa.

O Parque das Nações acolhe a partir de amanhã e até sábado cerca de 50 chefes de Estado e de Governo.

Para responder ao grau de ameaça considerado elevado, as autoridades montarem um dispositivo de segurança sem precedentes em Portugal.

O controlo por mar, terra e ar foi reforçado. Cerca de 50 pessoas forma impedidas de entrar no país e 11 acabaram por ser detidas.

A aprovação do novo conceito estratégico é um dos pontos-chave da cimeira que vai definir futuro da NATO ao longo dos próximos 10 anos.

“Não faz sentido e é mesmo paradoxal que 21 estados-membros da UE possam cooperar entre eles no domínio da defesa na UE e não possam cooperar dentro da NATO, por exemplo, que não exista uma posição comum da UE não só sobre o conceito estratégico da NATO mas também sobre as operações militares no Afeganistão” afirma Álvaro de Vasconcelos, director do Instituto de Estudos de Segurança da União.

A ISAF, a operar no Afeganistão desde 2003, conta com a participação de 48 países, mas nem todos são países-membros da Aliança.

140 mil soldados integram a missão. Os Estados Unidos são o país com mais tropas no terreno.

Os líderes da Aliança Atlântica preparam-se para aprovar um plano com vista ao processo de transição no Afeganistão. O objectivo é transferir as responsabilidades para o governo de Cabul no início de 2011.