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Cambodjanos procuram vítimas

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Cambodjanos procuram vítimas

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Um dia depois da tragédia, os cambodjanos accorem em massa aos hospitais, na procura de familiares e amigos.

O último balanço aponta 378 mortos e 755 feridos, mas há ainda muita gente com paradeiro incerto.

Nos hospitais, milhares de pessoas procuram aqueles que, depois do acidente, ainda não deram prova de vida.

As vítimas são, na sua maioria, jovens que pretendiam participar nos festejos do Festival do Mar. Mas há notícia de que, entre as vítimas, se contam muitas crianças.

Centenas de pessoas escaparam ao atropelo, atirando-se ao rio. Os médicos dizem que houve também mortes por asfixia.

Um pouco por todo o país, começaram as orações em louvor das vítimas.

O Governo decretou entretanto uma jornada de luto nacional, para a póxima quinta-feira.

Anunciou igualmente um subsídio de 906 euros às família dos mortos e 181 euros, para os feridos.

Dispensou-os a todos dos custos hospitalares.

Estima-se que, no momento do acidente, estivessem dois milhões de pessoas na grande celebração nacional que é o Festival do Mar.

Trata-se de uma acção de graças aos rios, pela fertilidade que dão às terras e pela riqueza de peixe.

A tragédia aconteceu quando a multidão, em pánico, se espezinhou, na ponte que liga a capital, Penhom Pen, à Ilha do Diamante, local das festividades.

A ilha que há anos era um suburbio insalubre, é hoje um complexo habitacional, com zonas de lazer.