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China sob pressão após bombardeamento norte-coreano

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China sob pressão após bombardeamento norte-coreano

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A Coreia do Norte volta a justificar o ataque de terça-feira contra o vizinho do Sul que provocou pelo menos a morte de quatro pessoas.

Na televisão pública, Pyongyang voltou a afirmar que se tratou de uma resposta a um ataque durante manobras navais sul-coreanas.

O bombardeamento aumenta a tensão na região, num momento em que os Estados Unidos exigem à China que utilize a sua influência para obrigar Pyongyang a mudar de atitude.

Várias dezenas de obuses caíram na ilha sul-coreana de Yeonpyeong, no mar Amarelo, cuja soberania é disputada pelos dois países vizinhos, atingindo edifícios militares, mas também um supermercado.

Para Washington a acção trata-se de um caso isolado, uma demonstração de força que coincide com a sucessão de Kim Jong Il, à cabeça do regime comunista.

Um porta-aviões norte-americano largou amarras do Japão com destino à Coreia do Sul, onde deverá participar em manobras militares no fim-de-semana.

Um exercício previsto há meses, mas que sublinha o apoio de Washington à Coreia do Sul, onde estão estacionados 28 mil soldados norte-americanos.