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Protestos na Coreia do Sul

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Protestos na Coreia do Sul

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Os ânimos incendiaram-se, esta quarta-feira, em Seul.

Dezenas de pessoas sairam à rua para protestar contra a ofensiva militar levada a cabo pela Coreia do Norte.

Os manifestantes queimaram bandeiras e fotografias do líder norte-coreano, Kim Jong-il. Na mira das críticas esteve, também, o Presidente sul-coreano que acusam de brandura.

Nas ruas, aumentam os receios de um novo conflito armado entre as duas Coreias.

“Foi uma acção de grande envergadura que apanhou de surpresa todos os sul-coreanos.

Tememos o rebentar de uma nova guerra” afirma um sul-coreano.

Ao contrário de Seul, o ambiente em Pyongyang era, às primeiras horas da manhã, tranquilo. Quando questionados sobre o ataque, os norte-coreanos mostram-se orgulhosos.

“Os fantoches sul-coreanos deviam saber que o exército da Coreia do Norte responde de forma impiedosa a qualquer provocação armada” refere um homem.

Uma norte-coreana defende que “a Coreia do Norte mostrou ao mundo que não falamos só por falar”

O ataque foi, parcialmente, divulgado pelos meios de comunicação social norte-coreanos, que optaram por não fazer qualquer referência ao número de baixas civis e militares.