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Soldados reformados apelam a vingança contra a Coreia do Norte

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Soldados reformados apelam a vingança contra a Coreia do Norte

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Na Coreia do Sul, aumenta a pressão sobre o presidente do país, com pedidos de uma resposta contundente à ofensiva de Pyongyang, que na terça-feira provocou a morte de quatro pessoas e feriu outras 18.

Cerca de mil antigos soldados da Marinha sul-coreana apelaram este sábado à vingança contra a Coreia do Norte.

Reunidos no centro de Seul, os manifestantes, queimaram uma bandeira norte-coreana juntamente com retratos do líder do país Kim Jong-Il e do filho, Kim Jong-Un.

“Trata-se de um desafio para o nosso corpo de fuzileiros, por isso nós, os fuzileiros, vamos conduzir o processo e responderemos aos fantoches norte-coreanos de forma impiedosa”, garantiu Ahn Hee-Kyeong, secretário-geral da Associação sul-coreana de antigos soldados da Marinha.

Horas antes, perto de Seul, o tempo foi de homenagem.

Com a presença do primeiro-ministro da Coreia do Sul e de vários líderes militares, realizaram-se os funerais dos dois fuzileiros navais, mortos pela artilharia norte-coreana.

Os militares não sobreviveram ao ataque à ilha sul-coreana de Yeonpyeong.

A Coreia do Sul espera novas provocações vindas do Norte, assim que começarem os exercícios militares com os Estados Unidos, este domingo.

As manobras serão realizadas ao longo de quatro dias no Mar Amarelo e contarão com a participação do porta-aviões nuclear americano “George Washington”.

De acordo com o Ministério sul-coreano da Defesa são exercícios de carácter “dissuasivo”, mas para muitos trazem de volta o fantasma da guerra.