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Legislativas polémicas no Egipto

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Legislativas polémicas no Egipto

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Violência, problemas nos centros de voto, manifestações e acusações de fraude marcaram, ontem, a primeira volta das eleições legislativas no Egipto.

A maior força da oposição, a “Irmandade Muçulmana” denunciou várias irregularidades, ponde em causa a promessa do governo de que estas eleições seriam limpas e livres. Muhamad Al-Beltaji insurge-se pois “as pessoas foram impedidas de votar, os nossos representantes foram impedidos de entrar nos centros de voto.

As forças de segurança controlam todo o processo eleitoral, do início ao fim.”

O Ministro do Interior egípcio negou as acusações dirigidas ao governo e a Comissão Eleitoral negou ter conhecimento de qualquer tipo de problema.

“Até agora a Comissão não recebeu qualquer reclamação sobre irregularidades graves no processo eleitoral nem de candidatos nem eleitores,” afirmou o porta-voz da Comissão Eleitoral Sameh Al-Kashef.

Cerca de 40 milhões de egípcios foram chamados às urnas para eleger 508 deputados à Assembleia do Povo.

A segunda volta está marcada para 5 de Dezembro.

“A primeira volta das legislativas egípcias termina em acusações por parte da oposição.

Espera-se uma vitória esmagadora do Partido Democrático Nacional, e a perda, por parte da Irmandade Muçulmana de grande parte dos seus actuais assentos no Parlamento.”