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Interpol procura Julien Assange por ordem da justiça sueca

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Interpol procura Julien Assange por ordem da justiça sueca

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“Rídiculo” é como o advogado de Julien Assange classifica o mandado internacional de captura emitido pela Interpol contra o seu cliente.

O fundador do WikiLeaks é agora procurado pelas polícias do mundo inteiro, alegadamente pelas acusações de violação e agressão sexual que correm nos tribunais suecos.

Agastada, a administração norte-americana vai tentando desvalorizar os estragos provocados nas relações diplomáticas pelos documentos secretos divulgados no site. O secretário para a Defesa diz que os Estados Unidos são uma nação indispensável, com a qual os outros países vão continuar a trabalhar. “O assunto é embaraçoso, é incómodo, mas não terá grandes consequências para a política externa americana”, garante Robert Gates.

As acusações contra Assange na Suécia datam de Agosto último.

As últimas revelações do WikiLeaks visam as relações entre os Estados Unidos e o Paquistão. Washington não terá confiança em Islamabad e teme que armas nucleares paquistanesas caiam nas mãos de fundamentalistas islâmicos.

Nos últimos dias, o Wikileaks revelou opiniões comprometedoras da diplomacia internacional sobre os líderes ou os conflitos mais sensíveis, como o que pensa o mundo árabe sobre o Irão ou a China sobre a Coreia do Norte.