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SEAE e a nova política externa da UE

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SEAE e a nova política externa da UE

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Está ainda em construção, mas o Serviço Europeu de Acção Externa (SEAE) entra mesmo assim em funções.

Um ano após a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, os Vinte e Sete estão longe de falar a uma só voz em termos de política externa e os grandes países, como Alemanha, França e Reino Unido, acabaram por impor em parte a organização que desejavam e, como temiam os pequenos países, conseguiram alguns dos melhores postos.

O serviço deverá estar completamente operacional a 1 de Janeiro e deverá fazer surgir uma nova cultura europeia. Terá, a início, 1600 funcionários, oriundos das diplomacias nacionais, Comissão Europeia e Conselho Europeu, mas prevê-se que venha a ter cerca de quatro mil membros, repartidos por 137 embaixadas. Que meios financeiros vai ter? Uma incógnita, para já, tendo em conta o braço-de-ferro entre o Parlamento Europeu e os Estados membros.

Um desafio suplementar para Catherine Ashton que, um ano após a entrada em funções, está longe de convencer.