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Aumenta a instabilidade na Costa do Marfim

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Aumenta a instabilidade na Costa do Marfim

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A Costa do Marfim está à beira de uma nova guerra civil.

Os candidatos que se apresentaram na corrida à segunda volta das presidenciais reclamam vitória e nas ruas os protestos sobem de tom.

De acordo com a Comissão Eleitoral, o antigo primeiro-ministro, Alassane Ouattara, venceu o escrutínio com cerca de 54 por cento dos votos. Mas os resultados foram invalidados pelo Conselho Constitucional que reconduziu ao poder Laurent Gbagbo.

À Costa do Marfim chegou, entretanto, o enviado da União Africana, Thabo Mbeki, antigo chefe de Estado da África do Sul para mediar a crise política.

O país assistiu, este sábado, a duas cerimónias de tomada de posse. A de Gbagbo decorreu no Palácio Presidencial.

“Em França Napoleão tirou a coroa e colocou-a na cabeça para evitar que o Papa assumisse o poder.

Aqui também existem muitas ameaças. Por isso, fui obrigado a defender a soberania da Costa do Marfim” afirma Gbagbo.

A comunidade internacional não reconhece a vitória de Gbagbo.

No mesmo dia, também, Ouattara garantiu ter tomado posse como Presidente num hotel da capital.