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Coreia do Sul começa nova vaga de manobras militares

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Coreia do Sul começa nova vaga de manobras militares

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A Coreia do Sul iniciou mais cinco dias de manobras militares nas zonas costeiras do país. É a terceira vez em três semanas que Seul faz exercícios junto à fronteira com o norte, apesar das ameaças. Ainda este domingo, o regime de Pyongyang advertiu Seul e Washington acerca “de possíveis consequências de provocações militares.”

Ao mesmo tempo, até sexta-feira, continuam as maiores manobras navais de sempre dos Estados Unidos e do Japão. Pela primeira vez, a Coreia do Sul participa como observadora, o que foi interpretado como um sinal de unidade face à ameaça norte-coreana na região.

Mas a escalada de tensão entre as duas Coreias vizinhas e inimigas “pode escapar ao controlo”, adverte o presidente chinês. Hu Jintao falou hoje ao telefone com Barack Obama, pedindo-lhe calma.

Pequim não chegou a condenar o ataque dos norte-coreanos à ilha de Yeonpeyong, a 23 de Novembro. Mas, na conversa telefónica, Obama e Jintao realçaram a importância de cooperarem para conseguirem a desnuclearização da península coreana.

O ataque a Yeonpeyong provocou a morte de quatro sul-coreanos. Esta segunda-feira realizou-se o funeral das duas vítimas civis. Seul promete retaliar, de imediato, no caso de nova provocação.

O Tribunal Penal Internacional anunciou a abertura de um inquérito preliminar sobre este incidente, para averiguar se houve “crime de guerra”.