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Estados Unidos não conseguem sentar isralitas e palestinianos à mesma mesa

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Estados Unidos não conseguem sentar isralitas e palestinianos à mesma mesa

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O conflito israelo-palestiniano causa novo revés a Barack Obama. A diplomacia americana desistiu de impor a Israel o congelamento das construções na Cisjordânia. Depois da ronda de negociações directas em Setembro, a moratória israelita chegou ao fim no final desse mês e os palestinianos retiraram-se das conversações. Em Ramallah, o porta-voz do executivo palestiniano considerou “um desastre a incapacidade americana em impor uma nova moratória a Israel.”

Em Washington, o regresso às conversações indirectas parece ser a única forma de continuar a dialogar. Mas, apesar da intransigência israelita quanto à questão da construção nos colonatos, o governo de Telavive assegura que “permanece empenhado na busca de um acordo de paz histórico com os palestinianos, um acordo que traga uma reconciliação genuína entre os dois povos”.

Israel criticou, entretanto, a decisão da Argentina e do Brasil em reconhecerem a “Palestina como um Estado livre e independente” e com as fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967. Washington também qualificou estes actos de contraproducentes.