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Cancún tenta difícil acordo no último dia da cimeira do Clima

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Cancún tenta difícil acordo no último dia da cimeira do Clima

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Será Cancún capaz de obter um verdadeiro acordo sobre o Clima, ou passará o testemunho para um novo encontro, como aconteceu em Copenhaga há um ano?

Depois do Japão, também a Rússia afirmou que não pretende prolongar o compromisso com o protocolo de Kyoto para além de 2012.

Tóquio defende que os maiores poluidores, como a China, a Índia e os Estados Unidos devem assinar um novo tratado. O ministro japonês do Ambiente reiterou ontem que o seu país “não irá assinar um segundo período de compromisso [com Kyoto]. A posição internacional deve ser estabelecida segundo os acordos de Copenhaga, que cobrem países que representam mais de 80 por cento das emissões globais de CO2”.

Os 200 países reunidos na cimeira do Clima em território mexicano participam numa maratona negocial nas últimas horas do encontro.

A comissária europeia Connie Hedegaard diz que “existem avanços, mas algumas áreas bastante importantes para a União Europeia continuam, infelizmente, sem grandes progressos”.

Num protesto original, o ministro alemão do Ambiente recebeu mensagens “engarrafadas” enviadas por conterrâneos. Um alerta lançado pelo público germânico para a urgência de um acordo, num pedido a Berlim para reduzir as emissões poluentes e ajudar os países em desenvolvimento.