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O processo eleitoral caótico não ajuda o Haiti a renascer dos escombros. A União Europeia (UE) está preocupada, pois a instabilidade política dificulta a ajuda humanitária e a reconstrução.

Bruxelas reconhece que as necessidades continuam a ser muitas. O comissário europeu para o Desenvolvimento, Andris Piebalgs, defende que poderiam ter feito mais num ano. Mas o sismo provocou danos de 14 mil milhões de euros e as promessas europeias atingem 1,2 mil milhões. As diferenças são visíveis, mas “mesmo se todo o dinheiro tivesse sido gasto, ainda se poderiam ver escombros”.

A União Europeia é o maior doador mundial para o Haiti. Os Vinte e Sete prometeram 1,2 mil milhões de euros e até agora atribuíram cerca de 600 milhões.

Bruxelas defende que os esforços feitos até agora não foram em vão e a comissária europeia para a Ajuda Humanitária, Kristalina Georgieva, evoca a determinação dos Vinte e Sete: “O maior problema era e continua a ser muitas décadas sem desenvolvimento. Não há serviços, não há instituições que possam ajudar as pessoas, não há empregos para os jovens haitianos. É aí que queremos chegar. Estamos determinados a ajudar o Haiti a desenvolver-se para ser mais resistente a futuros desastres”.

Ajudar o país a renascer, um processo que irá demorar anos, segundo as agências humanitárias das Nações Unidas. A ONU defende a necessidade de acelerar a reconstrução, esperando que crises como a cólera não dificultem ainda mais o trabalho.

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