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Nova crise política ameaça o Líbano

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Nova crise política ameaça o Líbano

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Aliados do governo libanês, os ministros do Hezbollah ameaçam abandonar o executivo.

Uma ação que visa exigir que as suas posições sejam ouvidas pelo Tribunal a ONU que investiga assassinato do antigo primeiro-ministro Rafic Hariri.

O atual governo que conta com 30 ministros não poderá evitar a queda se estas demissões se confirmarem.

O braço de ferro em torno do Tribunal Especial para o Líbano dura há vários meses, com o Hezbolah a criticar que se trata de um organismo a soldo de Israel apoiado pelos Estados Unidos.

A tensão aumentou desde meados do ano passado, com o receio de que o Tribunal indicie membros do Hezbollah no assassinato de Hariri ocorrido em 2005.

O Hezbollah é apoiado pelo Irão e pela Síria, enquanto o atual primeiro-ministro, Saad Hariri, é apoiado pela Arábia Saudita e pelo Ocidente.