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Mediação falhou no conflito da Costa do Marfim

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Mediação falhou no conflito da Costa do Marfim

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A mediação da União Africana no conflito da Costa do Marfim falhou. O enviado especial da União Africana, o primeiro-ministro queniano, Raila Odinga, reconheceu que os esforços foram em vão e ameaçou com mais sanções e com o recurso possível à força se Laurent Gbagbo não fizer marcha atrás.

“O tempo para as negociações de um acordo amigável está a acabar. Além disso, a janela de oportunidade para a amnistia vai continuar a fechar-se, se os apoiantes de Laurent Gbagbo continuarem a cometer crimes contra civis e capacetes azuis”, ameaçou Odinga.

O presidente deposto, Laurent Gbagbo, recusa-se, desde novembro, a abandonar o poder e mantém o cerco ao Hotel do Golf, quartel-general de Alassana Ouatara. A vitória do rival político nas presidenciais de 28 de novembro foi oficialmente reconhecida pela comunidade internacional.

Quinze países africanos examinam agora, novamente, uma possível intervenção militar para afastar Laurent Gbagbo.

A situação pode provocar uma crise humanitária e a ONU lançou um apelo à recolha de fundos.