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Presidentes discutem economia bilateral

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Presidentes discutem economia bilateral

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A reunião que colocou esta quarta-feira, frente-a- frente, os presidentes das duas maiores economias do planeta serviu para passar em revista as relações comerciais, entre os dois países.

Os Estados Unidos querem obter o compromisso de que Pequim se vai empenhar no combate à pirataria industrial e à contrafação.

Mas o desiquilíbrio na balança comercial entre os dois estados também foi abordado. Os Estados Unidos são o principal cliente da economia chinesa, com compras que rondam os 300 mil milhões de dólares. Em sentido contrário, os negócios ficam-se pelos 70 mil milhões.

No investimento a situação continua a ser largamente favorável à China. Recebe investimentos amercicanos de 50 mil milhões, mas a contrapartida fica-se pelos 12.

A indústria automóvel chinesa é cada vez mais um concorrente agressivo, da congénere americana que passa por uma enorme crise.

O maior parceiro comercial da China continua a ser a América, seguida do Japão. O melhor parceiro europeu é a Alemanha e não passa de um modesto quinto lugar, atrás de Taiwan.

A China, detentora de uma das maiores reservas de dólares, é também o segundo maior financiador da dívida pública norte-americana, com 900 mil milhões de dólares.

Pouco menos que um um grupo financeiro norte-americano.

Seguem-se o Japão, o Reino Unido e um grupo de exportadores de petróleo.

Mas a China mantém taxas imparáveis de crescimento. E hoje, em qualquer cidade americana, é possível entrar numa loja chinesa e compra quase tudo.