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Subvalorização do yuan e direitos humanos na China em ponto morto

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Subvalorização do yuan e direitos humanos na China em ponto morto

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Pompa e circunstância na receção do presidente chinês na Casa Branca, mas a questão dos direitos humanos e da subvalorização do yuan continuam em ponto morto.

Os Estados Unidos responsabilizam a taxa chinesa pelo défice comercial da nação e essa foi a mensagem deixada pelo presidente norte-americano.

Barack Obama lançou um novo apelo a Pequim para a aumentar flexibilização da taxa de câmbio da moeda chinesa. Uma moeda que, afirma, continua subvalorizada e onde é necessário um maior ajustamento da taxa de câmbio para que o valor da divisa seja cada vez mais orientado para o mercado e evitar que alguns países tirem partido dessa situação.

No que toca à democracia e direitos humanos na China, Hu Jintao referiu que há muito a fazer, mas recusa qualquer interferência externa.

O líder chinês admite neste capítulo existem divergências entre os dois países. Hu Jintao garante que a China está disposta a dialogar com os Estados Unidos. Um compromisso que deverá assentar no respeito mútuo e no princípio de não interferência em questões internas.

Dezenas de opositores chineses e tibetanos aproveitaram a visita, de quatro dias, de Hu Jintao aos Estados Unidos para se fazarem ouvir e a alto e bom som chamaram “mentiroso” ao presidente chinês.