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Portugal: segunda volta domina primeira volta das presidenciais

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Portugal: segunda volta domina primeira volta das presidenciais

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Manuel Alegre em Lisboa, Cavaco Silva no Porto. No penúltimo dia de campanha para as presidenciais portuguesas, a eventual segunda volta do sufrágio continua a dominar os discursos dos dois rivais.

Se para Alegre a segunda volta poderá estar perto graças ao voto dos indecisos de esquerda, para o presidente cessante a repetição do sufrágio poderia agravar a crise.

A mais recente sondagem reduz a margem de vitória de Cavaco de 60% para 54%, ainda que Alegre se mantenha à distância com 22% de intenções de voto.

O resultado das presidenciais de domingo permanece em aberto, com a possibilidade do sufrágio representar um voto de castigo contra o actual governo socialista em plena crise económica, como sublinha o enviado da euronews, Michel dos Santos:

“Na recta final os candidatos dão o tudo por tudo, mesmo com as sondagens a atribuírem uma esmagadora vitória a Cavaco Silva. No entanto, Qualquer que seja o resultado a próxima pessoa a habitar o Palácio presidencial de Belém vai ter que presidir um país com uma grave crise económica. E poderá mesmo ter que fazer face a uma eventual intervenção do FMI”.