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Bielorrússia: protestos marcam re-eleição de Lukashenko

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Bielorrússia: protestos marcam re-eleição de Lukashenko

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O presidente da Bielorrússia, Alekxander Lukashenko tinha avisado que nenhum ato de dissidência seria tolerado, contudo, ignorando as ameaças, esta sexta-feira, manifestantes juntaram-se em frente do Palácio da República e protestaram contra a sua re-eleição
 
Tanto a oposição como a comunidade internacional consideram estas eleições como fraudulentas.
 
“O lado europeu e o lado bielorrusso estão interessados em restaurar um certa confiança e restaurar um certo nível de relações.
Não vejo nenhuma hipótese que quer a Bielorrússia quer o regime político de Lukashenko continuem no estado atual. O preço que já está a ser pago pela Bielorrússia e que vai continuar a ser pago pode ser muito elevado”, considera o analista político Nikolay Petrov.
 
Lukashenko, que avança para o seu quarto mandato, prestou juramento esta sexta-feira, numa cerimónia boicotada pelos embaixadores ocidentais.
 
A União Europeia já ameaçou voltar a instaurar sanções à circulação de Lukashenko e dos seus apoiantes.
 
As tensões entre a UE e a Bielorrússia estão a empurrar a antiga república soviética de volta para a órbita da tradicional aliada, a Rússia.