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Relatos de caos e pânico após atentado em Moscovo

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Relatos de caos e pânico após atentado em Moscovo

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A explosão ocorreu por volta das 16 horas de Moscovo, num momento de grande movimento no maior aeroporto russo em termos de passageiros, que viu passar cerca de 22 milhões de pessoas em 2010.

Os relatos de caso e pânico multiplicam-se. Esta mulher diz que viu pessoas “cobertas de sangue, muitas delas inconscientes”.

Um responsável de uma agência de aluguer de automóveis explica que viu “cair o teto sobre a multidão”. Seguiu-se “o fumo, o pó e o cheiro a queimado”. E acrescenta ainda que a explosão “foi bastante forte, atirou as pessoas contra os muros”.

Outra mulher diz que “estava a sair do aeroporto quando se deu a explosão. As portas rebentaram e a sala de recuperação das bagagens ficou totalmente coberta de fumo”. Alguns dos amigos com que estava antes telefonaram-lhe e disseram que “havia muitos feridos”.

O Kremlin ordenou um “regime de segurança especial” para as gares e aeroportos do país.

A polícia reforçou as medidas de segurança nos transportes públicos de Moscovo e, em particular, na rede de Metro visada pelos atentados suicidas que fizeram quarenta mortos há dez meses.