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Egípcios também querem "twittar" a revolta

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Egípcios também querem "twittar" a revolta

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Depois dos tunisinos, é a vez dos egípcios usarem a internet como ferramenta da mobilização popular.

Os manifestantes utilizam o Facebook e o Twitter como o ponto de encontro virtual para convocar protestos bem reais e divulgar informação sem censura. Mas o acesso à internet tem sido dificultado.

A Euronews falou com Ahmed Abdel-Jawad, do partido de oposição El-Ghad: “Desde o primeiro dia, há interferências em todas as redes telefónicas. As interferências também se verificam no acesso à internet. Posso dizer-vos que sites como o Twitter têm um acesso limitado e temos bastante dificuldade em aceder aos nossos emails ou ao Facebook.”

O ativismo das redes sociais acelerou a queda de Zine Al-Abidine Ben Ali, na Tunísia, a 14 de janeiro.

O coletivo de piratas informáticos, Anonymous, ameaça atacar os “sites” do governo egípcio se este bloquear o acesso à internet.

Ontem, quarta-feira, o Twitter confirmou ter sido bloqueado pelo segundo dia consecutivo. Os manifestantes recorreram ao Facebook, que comunicou não ter constatado grandes mudanças no tráfego.