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Protestos fazem mais vítimas no Egito

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Protestos fazem mais vítimas no Egito

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Os egípcios mantém a pressão sobre Mubarak e a violência policial aumenta. Desde o início dos confrontos, terça-feira, contam-se já mais de uma centena de mortos e milhares de feridos.

Hoje os protestos voltaram às ruas do Cairo e um pouco por todo o mundo surgem também manifestaçoes de apoio à revolta egípcia.

“Este regime dura há 30 anos, toda a gente sofre com esta situação e com esta injustiça. Pedimos ao presidente e ao seu regime que se vá embora, queremos um novo sistema”, refere um manifestante.

Hosni Mubarak encarregou o antigo ministro da Aviação e comandante das Forças Aérea de formar governo. Ahmed Shafiq foi apresentado como novo primeiro-ministro depois de ter anunciado Omar Suleiman como vice-presidente do país.

Esta noite foram milhares os egípcios a desafiar o recolher obrigatório que deveria ter começado às 16H00 locais. 50 mil de manifestantes terão enchido na Praça Tahrir e gritavam pela demissão de Hosni Mubarak.

O exército, chamado para ajudar a polícia, terá disparado sobre a multidão que tentou assaltar o banco central do Cairo. Há notícias de centenas de detenções. Os Estados Unidos exortaram os seus cidadãos a abandonar o Egito.