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Egito: turistas confrontados com o enigma da esfinge

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Egito: turistas confrontados com o enigma da esfinge

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Os turistas veem-se confrontados com o enigma da Esfinge – ficar ou partir? As pirâmides de Gizé e outros monumentos egípcios estão fechados ao público. Uma medida de proteção, depois das tentativas de pilhagens ao museu de arqueologia do Cairo. Mas os comerciantes locais fazem as contas à vida: “Trabalhávamos no turismo mas agora não há turismo.”

Um rude golpe para o turismo, que representa 11 por cento do PIB do Egito. Mas há quem prefira continuar as férias e testemunhar um momento histórico.

“As pessoas são muito calorosas e amigáveis, prestes a ajudar, e não tivemos problemas nenhuns”, diz um turista.

“O nosso voo é a 3 de fevereiro e, por enquanto, vamos continuar a nossa viagem. Antes de ontem estávamos realmente assustados e queríamos partir. Mas agora as coisas estão melhor”, afirma outra turista.

Mas os protestos contra o regime do presidente egípcio e a morte de mais de uma centena de pessoas nas manifestações provocaram a fuga da maior parte dos turistas para o aeroporto do Cairo.

Vários países começaram a repatriá-los. Esta terça-feira, um avião Hércules C-130 da Força Aérea vai transportar um primeiro grupo de 70 portugueses.