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UE reclama reformas democráticas no Egito

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UE reclama reformas democráticas no Egito

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A União Europeia reclama verdadeiras reformas democráticas no Egito e a realização de eleições livres e justas. A revolta egípcia dominou a reunião, desta segunda-feira, dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos Vinte e Sete.

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, diz que “é muito importante que a União Europeia esteja pronta para apoiar o Egito agora e no futuro” e exige que Hosni Mubarak inicie um diálogo imediato com a oposição.

Para Luis Amado, a UE tem de adotar uma nova estratégia mais global, depois de ter sido acusada de tardar a reagir à revolução tunisina e de ter fechado os olhos às ações antidemocráticas de certos regimes.

A Europa exige agora mais democracia no Egito, mas evita pedir a saída de Mubarak, com medo dos radicais numa região tão sensível.

O chefe da diplomacia britânica, William Hague, é claro: “Defendemos a democracia e temos de respeitar a forma como agem e a sua escolha. Mas não queremos que o Egito caia nas mãos de elementos extremistas”

Os europeus temem, sobretudo, a ascensão ao poder da Irmandade Muçulmana e a destabilização de um país, tido como moderado, promotor do processo de paz israelo-palestiniano.