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Confrontos mudam curso dos protestos no Egito

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Confrontos mudam curso dos protestos no Egito

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Ao nono dia de protestos os manifestantes opositores ao regime de Hosni Mubarak foram atacados na Praça Tahrir, no Cairo, por apoiantes do presidente, no poder há 3 décadas.

Seguiram-se confrontos violentos que provocaram pelo menos três mortos e 600 feridos, a acreditar no ministério da Saúde.

Seguiram-se confrontos violentos que provocaram pelo menos três mortos e 600 feridos, a acreditar no ministério da Saúde. Um fonte médica citada pela agência Reuters avançou 1500 feridos.

Foram usadas pedras, facas, bastões e também “cocktails molotov”.

A oposição acusa o governo de ter organizado a entrada a cena dos apoiantes de Mubarak. Durante o dia, algumas pessoas mostraram a identificação policial, tirados a alguns elementos pró-mubarak. O governo nega.

O exército, tido como a chave para a resolução do impasse mantém a postura passiva dos últimos dias, mas faz apelos para o fim dos protestos, referindo que as exigências foram ouvidas.

Durante a noite, o recém-nomeado vice-presidente, Omar Souleiman, apelou os manifestantes acabarem com os protestos e sublinhou que o início do diálogo com as forças políticas da oposição depende do fim da contestação.