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Situação no Egito divide comunidade internacional

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Situação no Egito divide comunidade internacional

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Os líderes internacionais mostram-se divididos quanto à posição a tomar face aos protestos no Egito. Ao contrário da posição dos Estados Unidos, a Rússia escusou-se hoje a qualquer ingerência ao que o responsável diplomático, Serguei Lavrov, considerou serem assuntos internos egípcios.

“Nós queremos ver o Egito como um estado estável e democrático. Como fazê-lo? A solução tem de partir dos políticos e da população egipcía. Não consideramos útil qualquer receita que venha do exterior, qualquer ultimato. Quero repetir que qualquer acordo para resolver a situação cabe apenas às forças políticas egípcias”.

Em Londres, o primeiro-ministro David Cameron não hesitou em reafirmar o seu apoio a reformas democráticas no país condenando qualquer tipo de repressão.

“Nós estamos ao lado dos egípcios que querem liberdade, democracia e o respeito pelos seus direitos fundamentais. O meu governo reafirma que o Egito necessita de reformas e não de repressão, a nossa posição é clara, e foi a mesma que comuniquei ontem ao presidente Mubarak”.

A União Europeia voltou hoje a apoiar as aspirações legítimas dos egípcios apelando à convocação de eleições livres no país.