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Casos de perseguição a jornalistas no Egito

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Casos de perseguição a jornalistas no Egito

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Bert Sundström, repórter da televisão pública sueca, é o um dos rostos da campanha de violência contra os jornalistas no Egito. Sundström sofreu várias facadas. A condição do repórter é grave mas estável. Está a ser tratado num hospital do Cairo.

São vários os casos de violência contra repórteres internacionais. Não são apenas agredidos, mas também detidos. Uma equipa romena foi interpelada por pessoas, aparentemente civis, o exército interveio e depois surgiram apoiantes de Mubarak.

A equipa foi obrigada a apagar as imagens registadas mas conseguiu esconder algum conteúdo. O tradutor da equipa romena disse que “no Egito pensam que os jornalistas são a causa da crise. Pensavam que eu era um traidor. Queriam prender-me”, concluiu.

Outro caso é do correspondente da ZDF Dietmar Ossenberg que interrompeu o relato dos acontecimentos por aparentemente estar a ser visado com um laser. O direto foi interrompido.

O Comité para a Proteção de Jornalistas acusa o governo egípcio de querer eliminar as testemunhas das suas ações.