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Emigrantes egípcios sofrem à distância

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Emigrantes egípcios sofrem à distância

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Hassan Elmouelhi gostava de estar nas ruas do Cairo e não de Berlim, onde estuda. Por ele já tinha viajado para o país natal, para participar nos protestos contra Mubarak, mas a família não gostou da ideia. Resta-lhe acompanhar à distância…

“Estou com medo, mas contente. Estou orgulhoso da juventude na Praça de Tahrir. Tenho medo do futuro. O que irá acontecer?”, pergunta Elmouelhi.

Mas uma coisa é certa, o estudante egípcio acha que já não é possível voltar atrás: “Eles exigem liberdade e um futuro melhor para eles e para as nossas crianças. Eles acreditam na nossa causa e eu acho que eles não vão desistir. Ou morrem ou conquistam a liberdade”.